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Como a AOFIO estruturou AWS e WMS para performance, fulfillment e rastreamento no e-commerce

Depois da construção da loja, o segundo desafio da AOFIO era garantir que o e-commerce tivesse uma infraestrutura compatível com uma operação comercial real. Como a marca une saúde capilar, pesquisa científica e tecnologia, o canal digital precisava sustentar tanto a venda direta quanto a confiança esperada por profissionais de saúde e clínicas. Picos de acesso, campanhas, mídia paga, cache, imagens, disponibilidade, banco de dados, fulfillment, rastreamento e tempo de resposta influenciam diretamente a receita.

A estrutura foi hospedada na AWS usando EC2, RDS, Load Balancing, Route 53 e CloudFront, com integração ao WMS para fulfillment e rastreamento. A ideia era tirar o e-commerce do modelo frágil de hospedagem comum e levar a operação para uma arquitetura com mais controle sobre performance, distribuição de tráfego, segurança e disponibilidade. Em vez de tratar infraestrutura como detalhe técnico, ela passou a ser parte da estratégia de conversão e proteção da operação.

EC2, RDS e Load Balancing para sustentar operação

A camada de aplicação foi estruturada em instâncias EC2, permitindo controle sobre ambiente, recursos, configuração de servidor e manutenção. O banco de dados foi separado em RDS, o que trouxe uma camada mais adequada para persistência, backup, manutenção e estabilidade do e-commerce. Para aumentar resiliência e preparar o ambiente para variações de tráfego, a arquitetura usou load balancing, distribuindo requisições e reduzindo o risco de gargalos em momentos de maior demanda.

Esse desenho é importante em WooCommerce porque o WordPress concentra muitas responsabilidades: catálogo, carrinho, checkout, área administrativa, plugins, imagens, integrações e consultas constantes ao banco. Sem uma infraestrutura bem configurada, qualquer aumento de tráfego pode impactar navegação, tempo de resposta e conversão. O objetivo era manter a loja estável mesmo quando a operação comercial acelerasse.

Segurança com firewall e acesso restrito ao banco

A segurança foi uma parte central da arquitetura. O banco em RDS não ficou exposto de forma aberta. Apliquei regras de firewall na AWS para permitir acesso ao banco apenas a partir da camada EC2 autorizada e de IPs explicitamente liberados. Isso reduziu a superfície de ataque e impediu que o banco pudesse ser acessado diretamente por qualquer origem externa.

Essa separação é crítica em e-commerce porque o banco concentra pedidos, clientes, dados operacionais e informações sensíveis da loja. A aplicação acessa o banco por um caminho controlado, e acessos administrativos dependem de liberação por IP no firewall. A infraestrutura, portanto, não foi pensada apenas para performance, mas também para governança, proteção e controle de acesso.

WMS para fulfillment e rastreamento

Assim como na Aeskins, a AOFIO também precisou conectar o e-commerce à operação logística. A integração com WMS permitiu que pedidos avançassem para fulfillment, separação, expedição e rastreamento de forma mais organizada, reduzindo dependência de controles manuais entre loja, operação e atendimento.

Essa camada era importante porque a experiência de e-commerce não termina no checkout. Depois da compra, o cliente e a equipe precisam de visibilidade sobre preparação, envio e acompanhamento do pedido. Integrar o WMS ajudou a transformar a venda em um fluxo operacional mais rastreável, com menos ruído entre canal digital e logística.

DNS, CDN e entrega de conteúdo

O Route 53 foi usado para gestão de DNS, dando mais controle sobre apontamentos, domínios e configuração da camada de acesso. O CloudFront entrou como CDN para melhorar a entrega de ativos estáticos, reduzir latência e aliviar a origem. Para uma loja com imagens, categorias e páginas de produto, essa camada faz diferença direta na experiência de navegação.

Também houve atenção à organização de cache, entrega de arquivos, segurança básica da borda e consistência entre infraestrutura e aplicação. Performance em e-commerce não é só nota de ferramenta: é tempo de carregamento menor, menos fricção, checkout mais confiável e mais chance de transformar tráfego em pedido.

Base técnica para evolução

Com a infraestrutura na AWS, a AOFIO ganhou uma base mais sólida para operar e evoluir o e-commerce. A loja passou a ter uma fundação preparada para campanhas, melhorias de UX, ajustes no catálogo, integrações e crescimento de tráfego. Esse tipo de arquitetura evita que a tecnologia vire gargalo justamente quando a operação começa a vender mais.

O resultado foi uma separação clara entre produto digital, infraestrutura e banco de dados: o e-commerce em WooCommerce cuidava da experiência e operação comercial, a AWS sustentava performance e disponibilidade, o RDS operava protegido por regras de acesso restritas, e o WMS conectava fulfillment e rastreamento ao fluxo de pedidos. É assim que uma loja deixa de ser apenas um site e passa a funcionar como canal crítico de receita.

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